MANIFESTO PELA DENÚNCIA DO CASO PINHEIRINHO À COMISSÃO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS

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No dia 22 de janeiro de 2012, às 5,30hs. da manhã, a Polícia Militar de São Paulo iniciou o cumprimento de ordem judicial para desocupação do Pinheirinho, bairro situado em São José dos Campos e habitado por cerca de seis mil pessoas.

A operação interrompeu bruscamente negociações que se desenrolavam envolvendo as partes judiciais, parlamentares, governo do Estado de São Paulo e governo federal.

O governo do Estado autorizou a operação de forma violenta e sem tomar qualquer providência para cumprir o seu dever constitucional de zelar pela integridade da população, inclusive crianças, idosos e doentes.

O desabrigo e as condições em que se encontram neste momento as pessoas atingidas são atos de desumanidade e grave violação dos direitos humanos.

A conduta das autoridades estaduais contrariou princípios básicos, consagrados pela Constituição e por inúmeros instrumentos internacionais de defesa dos direitos humanos, ao determinar a prevalência de um alegado direito patrimonial sobre as garantias de bem-estar e de sobrevivência digna de seis mil pessoas.

Verificam-se, de plano, ofensas ao artigo 5º, nos. 1 e 2, da Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José), que estabelecem que toda pessoa tem direito a que se respeite sua integridade física, psíquica e moral, e que ninguém deve ser submetido a tratos cruéis, desumanos ou degradantes.

Ainda que se admitisse a legitimidade da ordem executada pela Polícia Militar, o governo do Estado não poderia omitir-se diante da obrigação ética e constitucional de tomar, antecipadamente, medidas para que a população atingida tivesse preservado seu direito humano à moradia, garantia básica e pressuposto de outras garantias, como trabalho, educação e saúde.

Há uma escalada de violência estatal em São Paulo que deve ser detida. Estudantes, dependentes químicos e agora uma população de seis mil pessoas já sentiram o peso de um Estado que se torna mais e mais um aparato repressivo voltado para esmagar qualquer conduta que não se enquadre nos limites estreitos, desumanos e mesquinhos daquilo que as autoridades estaduais pensam ser “lei e ordem”.

É preciso pôr cobro a esse estado de coisas.

Os abaixo-assinados vêm a público expor indignação e inconformismo diante desses recentes acontecimentos e das cenas desumanas e degradantes do dia 22 de janeiro em São José dos Campos.

Denunciam esses atos como imorais e inconstitucionais e exigem, em nome dos princípios republicanos, apuração e sanções.

Conclamam pessoas e entidades comprometidas com a democracia, com os direitos da pessoa humana, com o progresso social e com a construção de um país solidário e fraterno a se mobilizarem para, entre outras medidas, levar à Comissão Interamericana de Direitos Humanos a conduta do governo do Estado de São Paulo.

Isto é um imperativo ético e jurídico para que nunca mais brasileiros sejam submetidos a condições degradantes por ação do Estado.

1. Fábio Konder Comparato – Professor Titular da Faculdade de Direito da USP
2. Marcio Sotelo Felippe – Procurador do Estado – SP (Procurador Geral do Estado no período 1995-2000)
3. Hélio Bicudo – Procurador de Justiça – Ex-Presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos
4. Paulo Sérgio Pinheiro – Ex-Ministro de Estado Secretario de Direitos Humanos –
5. Associação Juízes para a Democracia (AJD)
6. Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM)
7. Celso Antonio Bandeira de Mello – Advogado – Professor PUC-SP
8. Alaor Caffé Alves – Professor Titular da Faculdade de Direito da USP
9. Sérgio Salomão Shecaira – Professor Titular da Faculdade de Direito da USP
10. Maurides Ribeiro - Professor da Faculdade de Direito de Campinas – FACAMP
11. Kenarik Boujikian Felippe – Desembargadora do Tribunal de Justiça – SP
12. Wálter Fanganiello Maierovitch – Desembargador do Tribunal de Justiça - SP
13. André Luiz Machado Castro – Presidente da Associação Nacional de Defensor Públicos e Coordenador-Geral da Associação Interamericana de Defensorias Públicas – AIDEF
14. Alexandre Morais da Rosa - Juiz de Direito (TJSC). Professor Adjunto UFSC

15. José Henrique Rodrigues Torres – Juiz de Direito – Presidente do Conselho Executivo da Associação Juízes para a Democracia – Professor PUC Campinas

16. Marcelo Semer – Juiz de Direito - SP

17. Rubens Roberto Rebello Casara – Juiz de Direito - Professor IBMEC – RJ

18. Jorge Luiz Souto Maior – Juiz do Trabalho – Professor Livre- Docente USP

19. Dora Martins – Juiz de Direito – SP

20. José Damião de Lima Trindade – Procurador do Estado – Ex-Presidente da Associação dos Procuradores do Estado de São Paulo

21. Fernando Mendonça - Juiz de Direito - MA

22. João Marcos Buch – Juiz de Direito - SC

23. Maria Eugênia R. Silva Telles – Advogada - SP

24. Pedro Abramovay – Professor FGV – Rio
25. Mauricio Andrade de Salles Brasil – Juiz de Direito - BA
26. Célia Regina Ody – Juíz Federal Substituta – MS
27. Gerivaldo Alves Neiva - Juiz de Direito – BA

28. Aton Fon Filho – Advogado
29. Jorge Fazendeiro de Oliveira –Advogado - SP
30. Pedro Estevam Serrano – Professor PUC – SP
31. Marcos Orioni Gonçalves Correia – Juiz Federal – Professor USP
32. Pierpaolo Bottini – Professor - Direito USP
33. Fernando Calmon – Defensor Público – DF
34. Carlos Eduardo Oliveira Dias – Juiz do Trabalho – Campinas
35. Ana Paula Alvarenga Martins – Juiz do Trabalho – Porto Ferreira
36. Julio José Araújo Junior – Juiz Federal – RJ
37. Fabio Prates da Fonseca – Juiz do Trabalho – Aparecida do Norte
38. Roberto Luiz Corcioli – Juiz de Direito - SP
39. Antonio Maffezoli – Defensor Público Interamericano
40. Anna Trota Yard – Promotora de Justiça – SP
41. Luiz Antonio Silva Bressane – Defensor Público - DF
42. Rodrigo Suzuki Cintra – Professor da Faculdade de Direito do Mackzenzie
43. Michel Pinheiro – Juiz de Direito – CE
44. Geraldo Majela Pessoa Tardelli – Diretor da Comissão de Justiça e Paz de São Paulo
45. Maria Luiza Flores da Cunha Bierrenbach – Procuradora do Estado – SP
46. Reginaldo Melhado – Juiz do Trabalho - PR
47. Inês do Amaral Buschel – Promotora de Justiça – SP
48. Marcelo de Aquino – Procurador do Estado - SP
49. Juvelino Strozake – Advogado
50. Marco Aurelio Cezarino Braga – Advogado - SP
51. Andrei Koerner – Professor UNICAMP
52. Alcides da Fonseca Neto, Juiz de Direito - RJ
53. Giane Ambrosio Alvares – Advogada
54. José Rodrigo Rodriguez – Professor – Direito – GV – São Paulo

55. Camilo Onoda Caldas - Professor da Universidade São Judas Tadeu (SP)
56. Silvio Luiz de Almeida - Doutor em Direito pela USP - Presidente do Instituto Luiz Gama (SP)

57. Rafael Bischof dos Santos - Professor da Faculdade de Direito da Universidade São Judas Tadeu (SP)

58. Aristeu Bertelli – Condepe - SP

59. Albérico Martins Gordinho – Advogado – SP

60. Cristiano Maronna – Advogado – SP – Diretor do IBCCRIM

61. Carlos Weis – Defensor Público - SP
62. Roberta Silva Aidar Franco – Delegada de Polícia (SP)
63. Luciana Silva Garcia, Advogada, Brasilia-DF
64. Leandro Gaspar Scalabrin, advogado, RS
65. Clara Silveira Belato, Advogada, RJ
66. Vinicius Gessolo de Oliveira, Advogado, PR
67. Lucia Maria Moraes, Professora da PUC/GO, Relatora do Direito à Moradia 2004 a 2009, GO
68. Mário Rui Aidar Franco, Delegado de Polícia, SP
69. Rafael Silva, Advogado, MA
70. Daniela Felix Teixeira, Advogada, Vice-Presidente da Advogados Sem Fronteiras , SC
71. João Paulo do Vale de Medeiros, professor da UERN, RN
72. Eduardo Alexandre Costa Corrêa, Advogado, MA
73. Felipe Bertasso Tobar, Advogado - SC
74. Luciana Bedeschi, Advogada, SP
75. Thiago Arcanjo Calheiros de Melo, Advogado, SP
76. Julio Cesar Donisete Santos de Souza, Assessor Jurídico MCTI, DF
77. Alexandre F. Mendes, Advogado, RJ
78. Manoel A. C. Andrade Jr., Urbanista, SC
79. Vinícius Magalhães Pinheiro, Professor universitário e advogado, SP
80. Márcio José de Souza Aguiar, Procurador Municipal, Fortaleza, CE
81. José Fabio Rodrigues Maciel, Advogado, SP
82. Maria Carolina Bissoto – Professora – PUC Campinas
83. Bernardo Luz Antunes, Advogado, RJ
84. Reinaldo Del Dotore – Bacharel – PM São Paulo
85. Francisco Martins de Sousa. Professor Universitário, CE
86. Gladstone Leonel da Silva Júnior, doutorando em Direito (UnB), Assessor da Relatoria Nacional de Direito à Terra da Plataforma DHESCA-Brasil, DF.
87. Glauco Pereira dos Santos, Advogado, São Paulo
88. Newton de Menezes Albuquerque, Prof de Direito da UFC e da UNIFOR, CE
89. Frederico Costa Miguel – ex-Delegado de Polícia – SP
90. Marcela Cristina Fogaça – Advogada – SP
91. Isabel Souza – Advogada – CE
92. Moacyr Miniussi Bertolino Neto
93. Mário Ferreira de Pragmácio Telles – Advogado - CE
94. Thiago Barison de Oliveira – Advogado – SP
95. Frederico Costa Miguel – Advogado – SP
96. Antonio Escrivão Filho – Advogado – DF
97. Vanderley Caixe Filho – Advogado – SP
98. João Paulo de Faria Santos – Advogado – Professor UniCEUB – DF
99. Conselho Federal de Psicologia
100. Roberto Rainha – Advogado – SP
101. Alessandra Carvalho – Advogada – SP
102. Nilcio Costa – Advogado – SP
103. Marcio Barreto – Advogado – SP
104. Maristela Monteiro Pereira - Advogada - Membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB-Sorocaba/SP

105. Alexandra Xavier Figueiredo, Advogada, membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB/MG

106. Alexandre Trevizzano, advogado, SP

107. Miguel Chibani, Advogado - SP

108. Carolina Brognaro Poni Drummond de Alvarenga - Advogada – MG

109. Maria Rita Reis – Assessora Ministério Público Federal

110. Danilo D'Addio Chammas, advogado, membro da Comissão de
Direitos Humanos da OAB, MA

111. Claudiomar Bonfá, advogado, RO

112. Paloma Gomes, advogada, Distrito Federal.

113. Dominici Mororó, advogado, Olinda, PE

114. Cláudia Mendes de Ávila, Advogada ,RS

115. Patrick Mariano Gomes, advogado, Brasília/DF

116. Maria Betânia Nunes Pereira, advogada, AL

117. Marleide Ferreira Rocha, advogada, DF

118. Patricia Oliveira Gomes, advogada, CE

119. Jucimara Garcia Morais, advogada, MS

120. Juarez Cirino dos Santos, advogado, professor da UFPR, PR

121. Maurício Jorge Piragino – Diretor da Escola de Governo de São Paulo

122. Andreia Indalencio Rochi, advogada, PR

123. Danilo da Conceição Serejo Lopes, Estudante de Direito, MA

124. Marilda Bonassa Faria, advogada, São Paulo

125. Katia Regina Cezar, mestre em direito pela USP, SP

126. Danilo Uler Corregliano, Advogado, SP

127. Regiane de Moura Macedo, Advogada Sindicato Metroviários de SP, SP.

128. Rodolfo de Almeida Valente, Coordenação Jurídica da Pastoral
Carcerária de São Paulo, SP

129. Juliana Pimenta Saleh, Advogada, SP

130. Helena de Souza Rocha – Advogada – PR

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informações

2012-01-27 11:16:52Inserida em:

26 dias atrás 

Marcio Sotelo Felippe De:

Política e Governo In:

 

tags

direitos humanos, juristas, oea, pinheirinho

 

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27/1/12
Eduardo Buzzi
Eu Já assinei!
27/1/12
Cesar Cavalcanti
Preenchi o formulário com meus dados mas não recebi a confirmação.
28/1/12
Otavio Soares
Seu email é da bol ?
29/1/12
Cesar Cavalcanti
não Otavio, gmail.
27/1/12
Fabio De Oliveira Ribeiro
Sou paulista e estou horrorizado com esta PM que agride de maneira brutal, sistemática e desnecessária estudantes da USP, que agride viciados nas ruas e que agride sem terras durante o processo de negociação para a desapropriação da área. O respeito a dignidade humana, a cidadania e aos Direitos Humanos é princípio fundamental da República (art. 1 e art. 4, da CF/88), mas São Paulo é um Estado rebelde que se recusa a cumprir a nossa Carta Magna. Neste sentido, a fim de restabelecer a autoridade da Constituição Federal em São Paulo a Presidente da República deveria apontar o Exército para o Palácio dos Bandeirantes, que está sendo ocupado por uma besta-fera que comanda uma PM igualmente besta-fera. É preciso cercar com peças de artilharia fixa e auto-propulsada a sede da PM paulista, de onde os Coronéis bestas-feras organizam as expedições punitivas dos novos capitães-do- mato contra os pobres paulistas.
27/1/12
Vida Viva
e os nossos direitos de termos nossas propriedades preservadas de invasores desordeiros e marginais? Excluindo uma minoria realmente necessitada. a grande maioria era de arruaceiros, vândalos ( como é facil perceber pelo q aconteceu após a desocupação), envolvidos em tráfico de drogas e armas e um sem fim de irregularidades e crimes , sem contar as contas provenientes de "gatos" ( água e luz) que pagamos por estes 8 anos seguidos sem que fossemos consultados ... Acolhida a quem realmente precisa e fora a quem só esta para farrear! Excessos aconteceram? corrija-se! mas o que não podemos mais aceitar é a "farra do invade que pode" e com " verba federal'... nosso dinheiro, de quem trabalha e " rala " pagando por muitos e altissimos impostos................... "quem se levantará para nos defender???"
28/1/12
Vera Goulart
Vida Viva, por que não se calas?????
28/1/12
Gabriela Bagattini
Quanta ignorância meu Deus! Como vc pode falar com tanta propriedade que aquelas pessoas na sua grande maioria era de arruaceiros, vândalos, envolvidos com tráfico de drogas e armas???? Vc já esteve lá? Vc conhece aquelas pessoas? Ou vc viu uma matéria na globo contando isso? Acorda pra vida Vida Viva!!! Eu sou de Jacareí, conheço pessoas que moravam nas redondezas...conheço pessoas que acompanharam a expulsão e posso te assegurar que a maioria era trabalhador, gente direita, que estava em busca de acordo para comprar o seu direito de moradia tudo dentro da lei! Eram pessoas sem teto, desabrigadas por motivos que só elas sabem dizer e que não cabe a nós julgar! Vc teve várias oportunidades na vida de chegar aonde chegou...de repente elas não! Mas tenho certeza que hoje elas sabem o que é não ter direito a nada...diferente de você que escreveu aquele monte de bobagem dentro da sua casa quentinha, confortável abrigada da chuva vendo a globo!
28/1/12
Vera Goulart
Gabriela Bagattini, ele deve estar tão entretido com a Globo que nem percebeu ainda o que aconteceu naquele pedaço de chão e sua repercussão no mundo. Acorda, Vida Viva, existe muita luta e muita vida lá no bairro Pinheirinho. Que bom, Gabriela, através do seu depoimento e de seu pensamento, as pessoas que estão desinformadas mas que têm boa vontade ´hão de compreender que houve uma grande violação de direitos humanos naquele pedaço de solo paulista, portanto brasileiro. A C.F. é uma só, mas o Governo do Estado de São Paulo está criando a sua própria, aqui o que está imperando é a Lei do mais forte, bandido ou não.
29/1/12
Valdemir Leal da Rocha
Como é mesmo ??? Vida viva?? Pq vc não faz como a Luiza. Vá para o Canadá!!
29/1/12
Valter Maldanis
vida viva porque vc não mostra a cara.babaca.
30/1/12
Aline Pinho
Ou é parente do rico dono do terreno...
27/1/12
Guia Net Ceará
Todo os verdadeiros Brasileiros estão bastantes injustiçados pela forma que conduziram este ato de ESTUPRO com os cidadão, CADEIA NELES " há cadeia só para quem não paga pensão....."
27/1/12
Carlos Moura
Recebi um email sobre essa petição, mas não reconheci o remetente e preferi apagar sem ler. Mais tarde vi a notícia pela web, segui o link e assinei. Por pouco não me arrependo!
27/1/12
Wilson Correia
Ao Pinheirinho Wilson Correia O tempo é o de se pensar no direito de propriedade e na propriedade do direito. Medir os poderes tiranos e as tiranias do poder. Onde o povo soberano? Que soberania é essa, que eu não consigo reconhecer? Agora o Céu está morto e a Terra é um túmulo vazio. À nossa frente espreita-nos o inferno, de portais abertos, obra de todo “bom” que fechou o bico e de cada sujeito mal e competente em fazer doer. Como é? Que outro caminho me queres, que não o de me marcar olho, me embrutecer? Quando os homens chegarem a bom companheirismo, talvez valha pena cantar outra canção. Agora morre o Céu e a Terra se esvai sob nossa crua maldade. Sobre nós se abate a desgraça dos poderes do direito e a insana bárbarie do poder da propriedade. Só o inferno permanece aberto. Quando o humano se reconhecerá no humano, vendo nele a nossa humanidade inteira, em nutritiva relação companheira, respeito são e construtiva alteridade? Fonte: http://www.recantodasletras.com.br/poesias/3465473
28/1/12
Victor Carvalho
BRASIL! O PAÍS DOS FALSOS MORALISTAS! Ao menos vivemos em uma democracia!
28/1/12
Moacir Moreira
Malditos nazi-fascistas. Eles nunca aprendem.
2/2/12
Andrea Luswarghi
Eu ouvi muitos amigos dizendo que assinaram a petição mas não houve confirmação da assinatura.
2/2/12
Viviane Luswarghi
Nossa, espero que essa manifestação se espalhe para o resto do Brasil e não acabe só no Pinheirinho que por enquanto tá dando IBOPE. Gente vivendo na miséria tem em todos os lugares, mas não vejo manifestação pra eles...engraçado isso.
2/2/12
Bete Torii
As pessoas ex-moradoras do Pinheirinho estão vivendo em situação de miséria material, psicológica e social (discriminados) PORQUE FORAM COLOCADOS NISSO, sem nenhuma necessidade/urgência real nem justificativa moral, pelo prefeito, juiza e governador! A denúncia à OEA não é da situação de miséria deles, é denúncia do crime cometido!
3/2/12
Fabio De Oliveira Ribeiro
Defensor público explica porque a ação no Pinheirinho não poderia ter acontecido http://www.youtube.com/watch?v=JfUuOaXdIBE&feature=player_embedded
6/2/12
Suzir Palhares
Peço a gentileza de informarem como contato o responsável pelo Manifesto. Grata
13/2/12
Roni Chira
Nunca uma injustiça doeu tanto!